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Confira o que rolou no Hackathon Desafio 4.0!

O Hackathon Desafio 4.0 foi um verdadeiro sucesso! Veja o que de melhor aconteceu durante o evento realizado em Manaus, AM.

De 15 a 17 de janeiro de 2018, Manaus recebeu o 1º Hackathon Desafio 4.0, com realização do Instituto CERTI Amazônia e apoio da área de Inovação Educacional da Positivo Tecnologia.

O evento, com foco em inovação, reuniu 15 equipes com 3 participantes cada que colocaram em prática suas ideias para transformar a experiência de aprendizagem por meio da tecnologia, com a mentoria de especialistas nacionais e internacionais.

O que rolou no Hackathon?

1º dia – 15/01

No primeiro dia de Hackathon, Alvaro Cruz, Vice-presidente da área de Inovação Educacional da Positivo Tecnologia e mestre de cerimônias do evento, deu início ao Hackathon falando sobre a necessidade de reunir pessoas com experiências diferentes para criar soluções, tendo como ferramenta principal o dispositivo BBC micro:bit.

Após a fala do Alvaro, Marco Antônio Giágio, diretor do CERTI Amazônia, deu boas-vindas aos participantes. Logo na sequência, os participantes tiveram o primeiro contato com o BBC micro:bit e puderam formar suas equipes para os desafios. Neste primeiro dia, os participantes tiveram acesso ao Desafio 1 e 2. O primeiro desafio consistiu na participação de 40 alunos devidamente ‘equipados’ de 40 micro:bit em que a intenção foi criar desafios inventivos com os sensores da placa programável, que vão fazer da Educação 4.0 uma jornada relevante e estimulante.

O segundo desafio baseado em conceitos da Internet das Coisas (IoT), teve como objetivo fazer dos alunos inventores de máquinas capazes de ler e controlar o mundo, utilizando os sensores e outros programas controladores de micro:bit.

Ainda na manhã do dia 15/01, os participantes passaram por uma oficina com o objetivo de nivelamento. A missão era criar um letreiro digital do monotrilho de Manaus, somente com duas estações sendo elas Matriz e Constantino Nery, utilizando além da placa micro:bit, elementos de papelaria com canetas, cartolinas e afins.

Na parte da tarde, os alunos e professores iniciaram o processo do Desafio 1 que se estendeu até a manhã da terça-feira, dia 16 de janeiro. Às 18h15, a organização do evento anunciou as equipes responsáveis por apresentar os palestrantes do segundo dia do Hackathon. Por volta das 18h30, os mentores tiveram a oportunidade de conhecer as 15 equipes criadas a partir das 40 participantes, conversaram com os alunos e professores sobre o Desafio 1 e buscaram saber os problemas criados e como resolvê-los com a ajuda do micro:bit.

2º dia – 16/01 

No segundo dia do Hackathon Educação 4.0 Manaus, os participantes retomaram as atividades ao Desafio 1. Na oportunidade, a organização proporcionou um brainstorming com os ‘’criadores’’ para que eles pudessem aproveitar ainda mais todas as possibilidades oferecidas pelo dispositivo micro:bit.

Em outra sala, parte dos mentores e da organização do evento pôde acompanhar a palestra de Howard Baker, criador da placa de programação micro:bit e chefe de pesquisa acadêmica e de marketing/público da Fundação Educacional Micro:bit, que explicou sobre o processo criativo do hardware e também sua evolução a partir da participação de outros pesquisadores.

Antes da parada para o almoço, a banca avaliadora formada pela organização do evento, iniciou um processo de pré-seleção dos produtos criados pelos professores e alunos envolvidos no Desafio 1. Nesse momento, eles puderam ter uma noção de como o micro:bit foi utilizado pelos participantes e dar dicas de como aprimorar ainda mais as invenções.

Ainda neste primeiro parte do evento, alunos e professores deram início ao Desafio 2, composto por conceitos da Internet das Coisas, em que os participantes usaram sensores e outros programas controladores de micro:bit.

De tarde, iniciaram-se as palestras do Hackaton. A primeira delas teve como tema  ‘‘Experiências Mão na Massa na Rede Estadual de Educação do Paraná: Unindo Tecnologia e Criatividade Rumo à Educação 4.0’’, com Eziquiel Menta. De início, ele explanou sobre o Estado do Paraná onde o projeto ‘Mudança Cultural’ está sendo implementado dentro do sistema educacional. A ideia, segundo ele, é fomentar a realização de atividades de aprendizagem, criar um centro de referência em tecnologia de aprendizagem e o desenvolvimento de kits educacionais e pedagógicos com foco em atividades mãos na massa.

Em seguida, foi a vez de Elio Molisani e Marisa Cavalcante apresentarem a palestra ‘’De São Paulo para Manaus: Experiências, Desafios Regionais e Caminhos para a Educação 4.0’’. Marisa lembrou as fases da Internet, desde quando o homem era apenas replicador de conteúdo, passando pelo momento de produção de conteúdo até a questão da influência da semântica. Marisa ressaltou que ‘’a internet permite não apenas informar, mas coletar informações e criar coisas novas a partir disso”.

Por meio de videoconferência diretamente de Boston, Leo Burd apresentou a palestra ‘‘Rede de Aprendizagem Criativa: Alavancando uma Educação mais Relevante no Brasil’’, contando sua experiência dentro do MIT Media Lab, um centro de pesquisas com 27 grupos que tratam desde a computação orgânica até a ópera do futuro, passando, claro, pela educação.

De acordo com Burd, não basta aplicar a ciência da tecnologia, é preciso um ambiente criativo, como o do jardim da infância, quando se tem contato com materiais diferenciados. Com isso, segundo ele, é possível aumentar a aprendizagem por meio da interação entre as pessoas. Burd ressaltou também que a partir do momento que as pessoas se formam no jardim de infância essa interação some, e os alunos passam a ficar sentados, ouvindo histórias e o processo criativo acaba sendo comprometido. Assim, segundo ele, com a ajuda da metodologia é possível estender essa abordagem com direito a materiais voltados para a tecnologia. A mentalidade que se tem dentro do MIT, é estender esse tipo de ensino para dentro dos espaços educacionais.

Com o tema ‘’Rumo à Educação 4.0 com o Projeto Letramento em Programação de Computadores. Cases de Sucesso em Escolas Públicas de SP e RS’’, o baiano Adelmo Eloy falou sobre sua experiência enquanto coordenador de projetos no Instituto Ayrton Senna e de que forma os projetos foram aplicados juntando educação e tecnologia.

No período da tarde, tivemos ainda a palestra de José Armando Valente (‘’O Currículo de Sucesso na Era Digital: Possibilidades Criadas Pelas Metodologias Ativas e as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação’’) que abordou as possibilidades de crescimento profissional perante a inclusão do incentivo à tecnologia.

Regina Celia Fortuna Broti Gavassa (‘’De Pequenas Experiências em Sala de Aula ao Desafio de Implantação em Rede’’) falou sobre suas experiências na implementação da programação dentro da sala de aula e de que forma as redes podem ser incluídas no cotidiano educacional.

Giulia D’Amico (‘’Education, Technology & Social Transformation: Cases from Different Countries’’) demostrou os diferentes projetos implementados ao redor do mundo envolvendo educação, tecnologia e transformação social. Angêla Luiz falou sobre tecnologia e de que maneira ela influencia diretamente na formação profissional dos jovens com a palestra ‘‘A Tecnologia como Oportunidade e Desafio na Formação de Profissionais de Educação’’.

Howard Baker (‘’Micro:bit: For Waiting the Future’’) falou sobre programação de micro:bit e de como ela pode conduzir a vida futura dos estudantes e da população em geral. Outra palestrante do evento, Cecilia Waismann com o tema ‘’Porque os Alunos da Era Digital Lideram a Expansão da Escolaridade 4.0 em Direção a Aprendizagem Criativa’’,  explanou sobre a familiaridade da atual geração jovem com a tecnologia e de que forma isso influencia no processo criativo.

Miguel Thompson com sua palestra ‘’Domínio da Linguagem: O Uso de Múltiplas Linguagens para o Desenvolvimento de Competências e Habilidades Contemporâneas’’ e Thiago Maluta com o tema ‘‘Você Pode Aprender Qualquer Coisa: A Tecnologia como Instrumento de Transformação Focando em uma Educação de Qualidade e para Todos’’,  trouxeram a questão da linguagem e o desenvolvimento vocacional a partir da Educação 4.0.

O segundo dia do Hackathon foi encerrado com a presença dos mentores fornecendo suporte aos alunos e professores que estavam no processo criativo do Desafio 2.

3º dia – 17/01

O terceiro e último dia do evento (17/01), iniciou a retomada das atividades de professores e alunos em torno do Desafio 2. Durante boa parte da manhã, eles estiveram engajados em finalizar suas criações com micro:bit e demais sensores.

Ainda durante a manhã, os participantes receberam instruções da organização do evento, de como seria realizado o pitch e de quais informações fornecer durante a apresentação aos componentes da banca julgadora.

O pitch iniciou por volta das 14h, sendo a Equipe Era a primeira a se apresentar. Eles desenvolveram um dispositivo contra a obesidade das crianças e que estimula a contagem de passos, bem como os movimentos realizados ao longo do dia.

Em seguida, foi a vez da Equipe OcaTec, que destacou a questão da inclusão social, criando um dispositivo para tornar a vida de deficientes visuais mais humana. Já a Equipe Sol buscou métodos de combater a obesidade com a criação de um marcador de subir escadas – denominado Escadaloria – e, juntamente com ele, um medidor de umidade e temperatura para saber se o ambiente é bom o suficiente para a prática do exercício.

Dando continuidade à série de apresentações, foi a vez da Equipe MicroMakers que questionou a falta de interesse pela Matemática entre os alunos e buscou como solução a criação de uma calculadora usando o micro:bit, em formato de jogo que pode ser compartilhado entre amigos e familiares. Já a Equipe Caboquinho questionou a falta de interesse pela Física e a ideia central era motivar os alunos por meio de um videogame que ofereça resolução de problemas com direito a mudanças de fases.

A Equipe Jocafe abordou a questão do desperdício de água e luz nas escolas que, se controlada, pode transferir esses recursos para a compra de material escolar. A Equipe HackaBits também buscou reduzir o desperdício de energia, criando um sensor que é disparado quando a luz solar é usada dentro de casa.

A Equipe Saúde 10 desenvolveu um dispositivo que calcula a quantidade de movimentos realizados ao longo do dia, transferindo esses dados para uma tabela que pode ser compartilhada entre os alunos. A Equipe Curumim proporcionou a criação de um circuito que facilitasse o aprendizado da tabuada por meio de um carro que, ao cruzar trajetos, resultados iam sendo dados.

Com a ideia para ativar um irrigador com ajuda da placa micro:bit, a Equipe AmazonBit buscou transformar a alimentação de crianças e jovens em algo mais saudável, por meio do plantio sustentável. Já a Equipe Inove desenvolveu um dispositivo que emitia sinais para familiares e números de órgãos relacionados ao trânsito quando um acidente de carro acontece. Com isso, facilitaria a localização do veículo envolvido no acidente e, consequentemente, a rapidez no resgate.

A Equipe Aimery (rumo ao aprendizado, em alemão) desenvolveu um circuito com a ajuda de figuras geométricas que facilitam o aprendizado da Matemática. A penúltima equipe a se apresentar foi a Arco-Íris, que desenvolveu um projeto para solucionar dejetos jogados nas ruas e igarapés, com sistema de coleta mais rápidos e efetivos. A última equipe foi a FotoBit, que criou um dispositivo que tinha o objetivo de manter as plantas vivas por mais tempo, através de sinais enviados por meio de sensores.

Após as apresentações, os votos dos mentores foram computados e os resultados foram divulgados. Veja quais equipes ganharam o Desafio:

3º Lugar

Equipe Inove, que teve a premiação entregue pelo diretor do CERTI Amazônia, Marco Antônio Giágio.

2º Lugar

Equipe AmazonBit, que recebeu a premiação do curador do Hackathon, Oscar Burd.

1º Lugar

Equipe HackaBit, que recebeu o prêmio das mãos do Gerente de Produto da Positivo Tecnologia, Helinton Luiz Vieira Marques.

Veja quem participou desta edição! 

Parabéns a todos que vivenciaram esses três dias de muita criatividade, garra, determinação e inovação! Esperamos encontrá-los em próximas edições.

Veja alguns momentos registrados durante o desafio: 

Veja um breve resumo em vídeo dos três dias do Hackathon! 

Hackathon Educação 4.0

Quer um resumão do que foi o Hackathon Educação 4.0?Veja o vídeo e sinta a energia do que foram os três dias de imersão! Até o próximo e que muitos mais desafios venham!#HackathonEducação40 #NaçãodeInventores #microbit #CERTI #Positivo

Publicado por Instituto Certi Amazônia Ica em Sexta, 19 de janeiro de 2018

Palavras do nosso VP de Inovação Educacional

Certi Amazônia - Hackathon Educação 4.0

#Hackathon #Positivo #CertiAmazonia

Publicado por Instituto Certi Amazônia Ica em Terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Parceria com LEGO® Education e Micro:bit Educational Foundation

Na oportunidade, Giulia D’Amico, Head of Partnerships da LEGO® Education e Howard Baker, Education Researcher da Micro:bit Educational Foundation, palestrantes do Hackathon no painel de Educação e Tecnologia, conheceram a nossa fábrica em Manaus. Veja o registro da visita:

O evento encerrou com o agradecimento do vice-presidente da Positivo, Alvaro Cruz.

Fonte: Jornalista Bruno Mazieri 

Gostou das novidades? Fique atento pois sempre estamos compartilhando iniciativas ligadas à Inovação Tecnológica! Para saber tudo sobre Educação 4.0: 

Positivo participa da Virtual Educa Bahia 2018

A Positivo Tecnologia Educacional, líder no segmento de tecnologia educacional, marca presença de 04 a 08 de Junho no XIX Encontro Internacional Virtual Educa, um dos maiores eventos mundiais sobre inovação e tecnologia aplicadas à Educação. Nesta edição, o lema do...