Fique por dentro das dicas do consultor pedagógico Luca Rischbieter na série Pensamento Matemático

Estudar Matemática e assimilar seus conceitos é aprender a identificar sua presença no dia a dia. E para aumentar o impacto desse tipo de aprendizagem entram em cena os conhecidos – e, por vezes, temidos pelos alunos – problemas matemáticos. Mas, também mora aí uma dúvida comum a muitos educadores: como incentivar a resolução de problemas sem tornar esse tipo de atividade um “bicho de sete cabeças”?

Práticas sociais de referência
Vamos começar, pensando sobre o que é preciso para a aprendizagem de uma disciplina: o conhecimento sobre conceitos e também a vivência das práticas sociais de referência. “No caso da Matemática, isso significa pensar e resolver problemas”, aponta o consultor pedagógico Luca Rischbieter.

Como trabalhar os problemas de Matemática do modo certo?
Reformulando o jeito de ensinar e problematizar situações. De acordo com Rischbieter isso significa ir além da visão tradicional de resolver problemas pré-formatados. “Reformular o jeito de ensinar para que vire um assunto de reflexão matemática, em que seja realmente problematizado”, explica ele.

Saiba como reavaliar dinâmicas com problemas matemáticos
Para Rischbieter, existem três concepções de problemas matemáticos nas escolas. Veja quais são eles nas palavras do consultor e aproveite para refletir sobre os novos caminhos para potencializar o ensino da Matemática, tornando tudo mais tangível para o aluno.

1. Problemas pré-formatados
“Quando os problemas vêm todos mastigados, prontos, só para o aluno resolver. Se ele erra, ele recebe mais problemas iguais e você tem um resultado que não é muito bom. A grande maioria dos alunos não aprende a Matemática assim”.

2. Problemas naturais
“Outra concepção é herdada da pedagogia libertária, em que você tem que ter uma vida rica e essa vida vai te colocar problemas que você vai resolvendo. Grandes nomes da pedagogia estão associados à Pedagogia de Projetos, mas o ensino acaba ficando muito pouco sistematizado”.

3. Situações-problemas na prática
“Se o nosso objetivo é trabalhar o ensino da Matemática, a gente tem que buscar a terceira vertente que tem suas origens diversas, inclusive na didática matemática, que é pensar em situações-problemas que possam ser vivenciadas pelos alunos”.

Conheça o caminho proposto pelo Pense Matemática
Pensar matematicamente também é lidar com problemas do cotidiano, as situações-problemas. Essa é a premissa básica do Pense Matemática, um complemento à grade curricular de ensino da disciplina com desafios didáticos específicos e uma sequência de dinâmicas da Educação Infantil ao Ensino Fundamental II. Entre elas também estão atividades de coding (codificação) a partir do 5º ano, uma estratégia didática de resolução de problemas muito instigante e que desenvolve apurado raciocínio matemático.

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