Acompanhe a nova série de conteúdos especiais da TecEduc agora com o educador e palestrante Max Haetinger, o professor Max!

Começo de ano é tempo de recarregar as baterias, reavaliar o ano letivo que passou e planejar da melhor forma aquele que se inicia. E para trazer um panorama sobre a evolução da tecnologia na educação brasileira em 2016 e também dicas e tendências sobre o que os educadores devem esperar para 2017, convidamos o professor e palestrante Max Haetinger para uma série de conteúdos especiais na TecEduc.

Ano letivo 2016: o que mudou nas escolas brasileiras?
Segundo Haetinger, mesmo se considerarmos as diversas realidades sobre a inovação e o uso das tecnologias nas escolas do país ainda estamos longe do cenário ideal. “Muitas escolas e sistemas ainda se norteiam nas salas de informática estanques, separadas do dia a dia dos alunos, dificultando a relação com os processos de ensino que requerem pesquisas constantes. Como recurso central da tecnologia nas escolas, elas acabam não sendo ferramentas de fácil acesso aos professores e alunos, que são rodeados pela tecnologia, suas possibilidades e facilidades cotidianas”, avalia.

Por outro lado ele aponta que a tendência mobile apresentou crescimento em algumas instituições. “Em outras escolas podemos ver soluções mais móveis, como o uso de tablets, laptops e franquia de Wi-Fi com velocidade em todas as salas”, complementa professor Max que, mesmo analisando esses contrastes, é otimista para o futuro da educação.

“Acredito que estamos caminhando a passos largos, em busca da evolução tecnológica. É muito importante pensar que junto com a inovação da tecnologia, tem de vir a evolução nas práticas pedagógicas utilizadas em sala de aula. A busca pela inovação é uma cadeia complexa e, no caso da educação, passa sempre pela ação docente e sua formação para o uso das tecnologias”, ressalta Max Haetinger.

Mudanças x desafios
O que mudou, então, efetivamente? Hoje, as escolas brasileiras já sabem em consenso das vantagens do uso da tecnologia na educação e na ampliação das possibilidades de acesso ao conhecimento. Motivos pelos quais não a implementam? “Limitações de acesso ou questões financeiras”, diz o educador.

“Os livros são ótimos, mas na sociedade do conhecimento não conseguem abranger tudo que está à disposição, sem falar das mídias sociais e materiais audiovisuais, importantes nas simulações, interações, vivências e ilustrações do fazer diário em nossas classes. O grande desafio sem dúvida é o acesso franqueado ao uso da internet em sala de aula e nos ambientes escolares. Em um mundo interligado as pessoas têm que ter esse acesso, isso é fundamental nas escolas”, afirma o palestrante.

Sobre Max Haetinger
Professor, formado em Educação Física e Artes Cênicas, pós-graduado em Informática na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), especialista em Criatividade e Psicopedagogia, e mestre em Educação a distância (AWU/EUA). É consultor, autor de livros como Informática na Educação: um olhar criativo (2003) e Universo criativo da criança na Educação (2005). Tem experiência em Educação, com ênfase em Aprendizagem Lúdica e Educação à Distância. Para saber mais, acesse: http://www.maxcriar.com.br

E você, educador, concorda com Max Haetinger? Deixe sua opinião nos comentários e continue acompanhando os próximos conteúdos da série especial com o professor Max aqui na TecEduc! E, caso deseje criar um projeto de implantação de tecnologia na sua escola, fale com nossa equipe ou deixe o seu telefone que ligamos para você

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